Biblioteca do Professor
Apostilas

Como Adaptar Atividades para Alunos com Deficiência

Saiba como adaptar atividades para alunos com deficiência, com exemplos de Português e Matemática, recursos de acessibilidade e estratégias de inclusão escolar.

PProf. Isabel - Alfabetização e Inclusão13 min de leitura
Como Adaptar Atividades para Alunos com Deficiência

Como adaptar atividades para alunos com deficiência de maneira prática, inclusiva e de acordo com a BNCC? Essa é uma das principais dúvidas dos professores que trabalham com a Educação Especial na sala de aula regular.

Cada estudante apresenta características, habilidades, interesses e necessidades diferentes. Por isso, adaptar atividades não significa simplesmente diminuir a quantidade de exercícios ou oferecer conteúdos mais fáceis.

A adaptação pedagógica deve proporcionar condições de acesso, participação e aprendizagem, respeitando as possibilidades de cada aluno e identificando as barreiras que dificultam seu desenvolvimento escolar.

Neste artigo, você encontrará 7 estratégias práticas para adaptar atividades, exemplos de Língua Portuguesa e Matemática, orientações para diferentes necessidades de acessibilidade e sugestões de planejamento e avaliação inclusiva.

O que são atividades adaptadas para alunos com deficiência?

Atividades adaptadas são propostas pedagógicas organizadas ou modificadas para permitir que estudantes com diferentes necessidades tenham acesso às experiências de aprendizagem.

Essas adaptações podem envolver:

  • A apresentação do conteúdo.
  • A linguagem utilizada nos comandos.
  • Os recursos visuais, táteis ou auditivos.
  • O tamanho e a organização dos materiais.
  • O tempo necessário para realizar a atividade.
  • As formas de comunicação e resposta.
  • Os recursos de tecnologia assistiva.
  • A mediação pedagógica oferecida ao estudante.

Uma atividade pode ser adaptada sem alterar seu objetivo principal.

Por exemplo, enquanto a turma responde por escrito a perguntas sobre uma história, um estudante pode demonstrar a compreensão por meio de comunicação alternativa, seleção de respostas ou registro digital.

O importante é avaliar se a estratégia permite que ele desenvolva e demonstre a aprendizagem pretendida.

Como trabalhar com alunos com deficiência na sala de aula regular?

O primeiro passo é conhecer o estudante e observar como ele participa das atividades escolares.

É importante identificar suas potencialidades, interesses, formas de comunicação, conhecimentos prévios e as barreiras presentes no ambiente.

O professor pode observar:

  • Quais atividades o estudante realiza com autonomia?
  • Que tipo de apoio facilita sua participação?
  • Ele compreende os comandos apresentados?
  • O material está acessível à sua forma de leitura ou comunicação?
  • Consegue registrar suas respostas?
  • Quais estratégias já foram utilizadas com bons resultados?

Essas informações ajudam a organizar intervenções mais adequadas.

Também é fundamental dialogar com a equipe pedagógica, o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a família e o próprio estudante, sempre que possível.

A deficiência, por si só, não determina o nível de aprendizagem de uma criança. As decisões pedagógicas devem considerar o estudante individualmente.

7 estratégias para adaptar atividades para alunos com deficiência

As estratégias a seguir podem ser utilizadas no planejamento escolar, com ajustes conforme as necessidades de cada estudante.

1. Utilize comandos claros e objetivos

Objetivo: facilitar a compreensão das instruções.

Atividades com comandos muito longos podem apresentar barreiras para alguns alunos.

Quando necessário, divida a orientação em pequenas etapas.

Por exemplo, em vez de apresentar várias ações em um único comando, organize:

  1. Observe as figuras.
  2. Identifique a figura solicitada.
  3. Marque a resposta.
  4. Confira sua atividade.

Utilize linguagem clara e ofereça exemplos antes da realização.

A simplificação da linguagem deve preservar a habilidade que o professor pretende desenvolver.

2. Utilize imagens e recursos visuais

Objetivo: ampliar as possibilidades de compreensão e participação.

Figuras, fotografias, símbolos e esquemas podem facilitar a apresentação de determinadas informações.

Em uma atividade de associação entre palavras e imagens, por exemplo, o professor pode apresentar:

BOLA – CASA – GATO

Ao lado, disponibilize as figuras correspondentes.

O estudante poderá observar as imagens e relacioná-las às palavras, com os apoios necessários.

Recursos visuais também podem ser utilizados em rotinas, sequências de tarefas e organização de materiais.

Para estudantes com deficiência visual, entretanto, as informações devem ser disponibilizadas em formatos acessíveis, como recursos táteis, áudio ou arquivos digitais compatíveis com tecnologia assistiva.

3. Trabalhe com materiais concretos

Objetivo: favorecer a compreensão de conceitos e a construção de estratégias.

Na Matemática, tampinhas, blocos, palitos e material dourado podem ajudar a representar quantidades.

Por exemplo:

4 + 3 = 7

O professor poderá apresentar quatro peças e acrescentar outras três.

Depois, o estudante poderá contar, registrar ou comunicar o resultado utilizando uma forma acessível.

Essa estratégia pode ser utilizada por toda a turma, não sendo exclusiva de alunos com deficiência.

4. Ofereça diferentes formas de responder

Objetivo: permitir que os estudantes demonstrem suas aprendizagens.

Nem todos os alunos conseguem responder utilizando a escrita manual convencional.

Dependendo das necessidades, podem ser oferecidas alternativas como:

  • Respostas orais.
  • Apontamento de alternativas.
  • Seleção de cartões.
  • Recursos de comunicação alternativa.
  • Digitação.
  • Uso de tecnologias assistivas.
  • Registro por desenhos ou outros meios pertinentes.

A forma de resposta deve ser escolhida de acordo com a habilidade avaliada.

Se o objetivo for compreender um texto, por exemplo, a resposta não precisa necessariamente depender da escrita manual.

5. Organize melhor as atividades impressas

Objetivo: diminuir barreiras na apresentação do material.

Uma atividade muito carregada de informações pode dificultar a localização dos elementos necessários.

Quando apropriado, o professor pode:

  • Utilizar fonte legível.
  • Aumentar o espaçamento entre exercícios.
  • Organizar as questões em blocos.
  • Destacar informações importantes.
  • Evitar desenhos sem função pedagógica.
  • Utilizar contraste adequado.
  • Apresentar menos questões por etapa, quando necessário.

Reduzir a quantidade de exercícios não significa automaticamente reduzir o nível de aprendizagem.

Uma proposta pode conter menos itens e continuar trabalhando o mesmo objetivo da turma.

6. Organize atividades em etapas progressivas

Objetivo: oferecer apoios e desenvolver autonomia.

Uma atividade pode começar com maior mediação e avançar para etapas com menos apoio.

Por exemplo, no reconhecimento de palavras:

Primeira etapa: apresentar a imagem e a palavra correspondente.

Segunda etapa: solicitar que o estudante associe imagens e palavras.

Terceira etapa: apresentar diferentes palavras para identificação.

Quarta etapa: incentivar a leitura ou o registro, conforme os conhecimentos e recursos de acessibilidade do estudante.

A progressão não precisa acontecer no mesmo tempo para todos os alunos.

O professor deve observar o desenvolvimento individual e ajustar o nível de mediação.

7. Utilize jogos pedagógicos acessíveis

Objetivo: favorecer a aprendizagem por meio da participação e da interação.

Jogos da memória, dominós, jogos de associação e atividades de pareamento podem ser utilizados em propostas inclusivas.

Para garantir acessibilidade, o professor poderá adaptar o tamanho das peças, o contraste, as instruções, a forma de manipulação ou a comunicação.

Em um jogo de associação de quantidades, por exemplo, alguns estudantes podem relacionar números e conjuntos de objetos.

Outros poderão utilizar peças maiores, recursos táteis ou uma forma alternativa de selecionar as respostas.

O desafio pedagógico deve ser adequado ao objetivo e às necessidades do estudante.

Como adaptar atividades para alunos com deficiência intelectual?

Estudantes com deficiência intelectual podem apresentar diferentes ritmos e formas de aprendizagem.

Entretanto, não existe uma única metodologia adequada a todos.

O professor deve observar os conhecimentos já desenvolvidos e identificar quais apoios favorecem a compreensão.

Algumas possibilidades são:

  • Apresentar instruções objetivas.
  • Utilizar exemplos concretos.
  • Trabalhar com materiais manipuláveis.
  • Oferecer pistas visuais quando necessárias.
  • Retomar conceitos em diferentes situações.
  • Dividir tarefas extensas em etapas.
  • Utilizar jogos e atividades relacionadas ao cotidiano.
  • Acompanhar a autonomia nas respostas.

Exemplo prático de Matemática

A turma está estudando a composição do número 24.

O professor poderá oferecer cartões com os números, material dourado e um quadro de dezenas e unidades.

O estudante será incentivado a representar:

24 = 2 dezenas + 4 unidades.

A atividade mantém o objetivo matemático, mas apresenta recursos que favorecem a compreensão.

Como adaptar atividades para alunos com deficiência física?

Para estudantes com deficiência física, as adaptações podem envolver principalmente a acessibilidade ao ambiente, ao mobiliário e aos instrumentos de aprendizagem.

Dependendo das necessidades, o professor poderá utilizar:

  • Mesa com altura e espaço adequados.
  • Materiais posicionados ao alcance do estudante.
  • Pranchas de apoio.
  • Instrumentos de escrita adaptados.
  • Computadores ou dispositivos de entrada acessíveis.
  • Tecnologias assistivas.
  • Alternativas à escrita manual.

Exemplo prático

Em uma atividade de interpretação de texto, o estudante poderá utilizar um computador ou uma forma alternativa de resposta caso a escrita manual represente uma barreira.

O conteúdo e o objetivo de compreensão do texto podem permanecer os mesmos.

Como adaptar atividades para alunos com deficiência visual?

As adaptações devem considerar se o estudante apresenta baixa visão ou cegueira e quais recursos utiliza.

Para estudantes com baixa visão, algumas possibilidades incluem:

  • Ampliação adequada das letras.
  • Contraste entre texto e fundo.
  • Organização visual simples.
  • Iluminação apropriada.
  • Recursos de ampliação digital.

Para estudantes cegos, podem ser necessários:

  • Materiais em Braille, quando utilizados pelo estudante.
  • Representações táteis.
  • Descrições de imagens.
  • Arquivos digitais acessíveis.
  • Leitores de tela.
  • Recursos de orientação e organização espacial.

Exemplo prático

Ao trabalhar formas geométricas, o professor pode disponibilizar figuras com contornos táteis e objetos tridimensionais que permitam explorar suas características.

O estudante poderá identificar e comparar as formas por meio do tato.

Como adaptar atividades para alunos com deficiência auditiva ou surdez?

As adaptações devem respeitar a língua, a comunicação e as necessidades individuais do estudante.

Nem todos os estudantes com deficiência auditiva ou surdez utilizam os mesmos recursos.

Entre as possibilidades estão:

  • Materiais visuais organizados.
  • Textos com linguagem clara.
  • Legendas em vídeos.
  • Recursos de Libras, quando apropriados.
  • Apoios tecnológicos de acessibilidade.
  • Organização de estratégias de comunicação com a equipe escolar.

A oferta de Libras e de apoio linguístico deve considerar as necessidades do estudante e as condições previstas para sua escolarização.

Exemplo prático

Durante uma atividade sobre animais, o professor pode apresentar imagens e palavras escritas e organizar uma explicação visual ou em Libras, conforme a forma de comunicação do estudante.

Depois, o aluno poderá realizar associações e registros utilizando os recursos adequados.

Como adaptar atividades de Português para alunos com deficiência?

Considere uma turma que está trabalhando a leitura de um bilhete.

O objetivo pedagógico é localizar informações explícitas no texto.

Exemplo de bilhete:

"Pedro, a reunião será na biblioteca às 9 horas. Até amanhã! Ana."

O professor pode perguntar:

"Em qual lugar será a reunião?"

A resposta esperada é: na biblioteca.

Para um estudante que necessita de apoio visual, o professor pode apresentar o bilhete com fonte maior, boa organização dos espaços e imagens de diferentes ambientes para apoiar a seleção da resposta.

Para um estudante que utiliza leitor de tela, poderá disponibilizar o texto em formato digital acessível.

Para um estudante que utiliza comunicação alternativa, poderá oferecer a possibilidade de selecionar a resposta em seu sistema de comunicação.

Dessa maneira, diferentes recursos podem permitir o desenvolvimento da mesma habilidade de compreensão leitora.

Como adaptar atividades de Matemática para alunos com deficiência?

Na Matemática, as adaptações podem envolver materiais manipuláveis, representação das quantidades e diferentes formas de registrar os cálculos.

Exemplo de atividade:

"Maria tinha 12 lápis e ganhou mais 5. Quantos lápis ela tem agora?"

12 + 5 = 17

O professor poderá apresentar:

  • Objetos para representar as quantidades.
  • Quadro de dezenas e unidades.
  • Uma reta numérica.
  • Recursos táteis, quando necessários.
  • Alternativas de registro.

O aluno poderá demonstrar como chegou ao resultado por meio de uma estratégia adequada.

O objetivo principal é compreender e resolver a situação-problema, não apenas copiar uma operação.

Como planejar atividades adaptadas de acordo com a BNCC?

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) também orienta as aprendizagens dos estudantes público da Educação Especial.

Não existe uma lista separada de códigos da BNCC destinada exclusivamente aos alunos com deficiência.

O professor deve considerar as habilidades previstas para a etapa e o ano escolar, identificando os apoios, recursos de acessibilidade e eventuais ajustes pedagógicos necessários.

Veja alguns exemplos.

EF01LP08 – Língua Portuguesa, 1º ano

Relacionar elementos sonoros, como sílabas e fonemas, à sua representação escrita.

Exemplo de adaptação: utilizar letras móveis, cartões com imagens e recursos de comunicação para desenvolver a relação entre sons e escrita, conforme as necessidades do estudante.

EF15LP03 – Língua Portuguesa, 1º ao 5º ano

Localizar informações explícitas em textos.

Exemplo de adaptação: oferecer textos em formatos acessíveis e permitir diferentes maneiras de demonstrar a compreensão.

EF02MA05 – Matemática, 2º ano

Construir fatos básicos da adição e da subtração e utilizá-los em cálculos mentais ou escritos.

Exemplo de adaptação: oferecer materiais concretos, quadros numéricos e alternativas de registro.

EF02MA06 – Matemática, 2º ano

Resolver e elaborar problemas de adição e subtração, envolvendo diferentes significados dessas operações.

Exemplo de adaptação: utilizar objetos, esquemas, imagens acessíveis e diferentes estratégias para representar situações-problema.

Importante: os exemplos são possibilidades pedagógicas. A escolha das estratégias deve respeitar o planejamento da turma e as necessidades de cada estudante.

Qual a diferença entre o professor regente, o professor de apoio e o AEE?

O trabalho inclusivo exige organização e colaboração entre os profissionais da escola.

Professor regente

É responsável pelo planejamento e desenvolvimento do ensino na turma, incluindo a organização de propostas acessíveis e o acompanhamento das aprendizagens dos estudantes.

Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE)

Atua na identificação e organização de recursos pedagógicos, estratégias e serviços de acessibilidade para eliminar barreiras à participação e à aprendizagem.

O AEE tem caráter complementar ou suplementar à escolarização e não substitui o ensino na sala comum.

Profissional de apoio escolar

Oferece apoios relacionados às necessidades do estudante, conforme o estudo de caso, o planejamento pedagógico e as atribuições estabelecidas pela regulamentação aplicável.

Sua atuação não substitui a responsabilidade docente do professor regente.

A colaboração entre esses profissionais é fundamental para o acompanhamento das atividades e a organização dos recursos necessários.

O que são PAEE e PEI na Educação Especial?

O Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE) organiza estratégias, recursos e serviços relacionados ao atendimento educacional especializado.

O Plano Educacional Individualizado (PEI), ou instrumento pedagógico equivalente adotado pela rede de ensino, organiza medidas e apoios individualizados para favorecer o acesso ao currículo e o acompanhamento da aprendizagem.

A elaboração desses instrumentos deve considerar o estudo de caso, as barreiras identificadas, as potencialidades do estudante e o trabalho colaborativo da equipe escolar.

Os planos devem ser acompanhados e revistos conforme a evolução das necessidades e das aprendizagens.

Como avaliar alunos com deficiência na escola regular?

A avaliação deve considerar os objetivos de aprendizagem e as condições de acessibilidade necessárias para que o estudante demonstre seus conhecimentos.

Não é adequado avaliar apenas a capacidade de copiar, escrever manualmente ou responder no mesmo tempo dos colegas quando essas exigências não fazem parte da habilidade que se pretende verificar.

O professor pode utilizar:

  • Observação durante as atividades.
  • Registros das estratégias utilizadas.
  • Produções individuais.
  • Portfólios.
  • Avaliações em formatos acessíveis.
  • Respostas orais ou por comunicação alternativa.
  • Acompanhamento dos objetivos do planejamento individualizado, quando aplicável.

A avaliação deve oferecer informações para reorganizar o ensino e favorecer o desenvolvimento do estudante.

Material para Sala de Recursos: atividades pedagógicas para inclusão

Os materiais pedagógicos podem apoiar o trabalho na Educação Especial quando utilizados com objetivos claros e adaptações adequadas.

Jogos, atividades de associação, materiais concretos, recursos visuais e exercícios organizados podem ser integrados ao planejamento.

O Material para Sala de Recursos, da Prof. Isabel, pode ser utilizado como recurso complementar para professores que desenvolvem propostas pedagógicas voltadas à inclusão escolar.

O professor pode selecionar atividades e organizar diferentes formas de apresentação, resposta e mediação, de acordo com as necessidades dos estudantes.

É importante lembrar que uma atividade impressa, por si só, não garante acessibilidade. O material deve ser avaliado e ajustado sempre que necessário.

A proposta é utilizar os recursos pedagógicos para ampliar a participação, a autonomia e as oportunidades de aprendizagem.

Considerações finais

Adaptar atividades para alunos com deficiência é organizar oportunidades para que todos possam acessar o currículo, participar das propostas escolares e desenvolver suas aprendizagens.

Mais do que produzir folhas diferentes, o professor precisa identificar barreiras, planejar apoios e compreender as possibilidades de participação de cada estudante.

O trabalho colaborativo entre professores, AEE, equipe pedagógica, famílias e estudantes fortalece as práticas inclusivas.

Com planejamento, recursos de acessibilidade, acompanhamento individualizado e atenção às habilidades da BNCC, é possível construir experiências pedagógicas mais acessíveis, respeitosas e significativas.

Educação inclusiva não significa oferecer a mesma atividade da mesma maneira para todos, mas garantir oportunidades reais de participação e aprendizagem.

Materiais citados neste post

Materiais de Prof. Isabel - Alfabetização e Inclusão para aplicar em sala.

Veja o produtor Prof. Isabel - Alfabetização e Inclusão